Como Gozar a Paz de Deus

Texto bíblico: Filipenses 4.6-7

 6 Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes, em tudo, sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica, com ações de graças.
7 E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e as vossas mentes em Cristo Jesus.

“No meio das provações do mundo, podemos compartilhar da paz de Deus.”

Introdução

O crente possui muitas bênçãos, entre elas a salvação, o poder, o gozo e a paz. Entretanto, a falta de paz é algo comum entre os descrentes e, infelizmente, também pode se manifestar na vida dos próprios crentes.

I – O QUE O CRENTE NÃO DEVE FAZER

A – Estar inquieto – desassossegado, aflito, triste.
B – Andar cuidadoso – zeloso em excesso, preocupado.
C – Andar solícito – apreensivo, ansioso.

Motivos para evitar a solicitude:

  1. É uma preocupação exagerada com as circunstâncias.
  2. Revela desconfiança.
  3. Mostra falta de reconhecimento de que o Senhor está perto (Fp 4.5).
  4. O apóstolo Paulo, mesmo diante da morte, não estava ansioso nem preocupado (Fp 1.20).

II – O QUE O CRENTE DEVE FAZER

Como apresentar as petições a Deus:

A – Reconhecer que somos criaturas dependentes e limitadas.
B – Falar com Deus como uma criança fala com o pai, com simplicidade.
C – Confiar que Deus deseja ouvir nossas necessidades e pode supri-las.
D – Apresentar os pedidos por meio de orações e súplicas, com ações de graças.

  • Oração: aproximação reverente e confiante da alma a Deus.
  • Súplicas: expressão de necessidades urgentes.
  • Ações de graças: memória agradecida das bênçãos já recebidas.

III – O RESULTADO

“A paz de Deus guarda os nossos corações.” (v.7)

A – Deus não está perturbado; logo, nós também não devemos nos perturbar.
B – Temos certeza de que Ele fará o melhor: removerá a provação ou dará graça para suportá-la.
C – Essa paz excede todo entendimento:

  1. O mundo não a compreende.
  2. O próprio crente, muitas vezes, se surpreende com ela.
  3. Até os anjos se admiram ao ver o crente desfrutando dessa paz em meio às lutas.

D – Frutos da paz divina no coração:

  1. Desaparecimento da ansiedade.
  2. Florescimento de ações de graças.
  3. Santificação dos pensamentos (v.8).
  4. Contentamento em todas as circunstâncias (v.11-12).
  5. Plena confiança no poder de Deus (v.13).

Conclusão

  • A oração constante deve tornar-se um hábito diário na vida espiritual.
  • Nossas súplicas devem incluir não apenas nossas próprias necessidades, mas também as dos outros.
  • Assim, a paz de Deus se tornará uma marca visível em nossa vida, sustentando-nos até o fim da carreira cristã.

Pr Valgenor Oliveira